Resultados na Hipnoterapia: Por que o fim do sintoma é apenas o começo na TRI?

Puxa uma cadeira, senta aqui e vamos conversar de peito aberto, como dois velhos amigos. Se você chegou até aqui, é provável que esteja cansado de promessas mágicas ou de abordagens que te tratam como se você fosse um motor de carro quebrado, precisando de uma “peça nova”. Na Terapia de Reintegração Implícita (TRI), o […]

Puxa uma cadeira, senta aqui e vamos conversar de peito aberto, como dois velhos amigos. Se você chegou até aqui, é provável que esteja cansado de promessas mágicas ou de abordagens que te tratam como se você fosse um motor de carro quebrado, precisando de uma “peça nova”.

Na Terapia de Reintegração Implícita (TRI), o papo é outro. Esqueça essa ideia de que você tem um defeito. O que você chama de “problema” é, na verdade, uma solução criativa (embora dolorosa) que a sua mente encontrou para te proteger. Vamos desconstruir isso?

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O que realmente esperar? (Spoiler: Não é o que te contaram)

A maioria das pessoas procura a hipnoterapia querendo “extirpar” um sentimento, como quem tira algo indesejado do corpo. Elas chegam dizendo: “Marcelo, me ajuda com essa ansiedade”. E a minha primeira resposta, com todo o carinho mas sem papas na língua, é: eu não conserto pessoas, porque você não está quebrado.

A Hipnoterapia TRI não é um “conserto” de pessoas

Muitas terapias perdem tempo tentando achar “o culpado” no passado ou aplicando técnicas mecânicas. Na TRI, entendemos que o que você vive hoje é um aprendizado. Como funciona a Hipnoterapia sob essa ótica? É simples: nós olhamos para a forma como você construiu sua realidade e ajudamos sua mente a atualizar esse software. Não é mágica, é aprendizado.

O fim da ditadura do dicionário de sintomas

Sabe aquela história de que “dor no joelho é orgulho ferido” ou “dor de garganta é o que você não disse”? Esqueça isso. Isso é preguiça intelectual. Cada ser humano é um universo único. O seu “R” (o erro de aprendizado ou conflito visceral) não está em um livro; está na sua história e na forma como você sente o mundo. Eu não presumo nada sobre você; eu descubro com você.

O Sintoma como Adaptação: Por que os resultados começam na aceitação da dor

Aqui está a grande virada de chave: o seu sintoma é uma gambiarra. Imagine que um cano estoura na sua parede e, para a água não inundar a casa, você coloca um balde. O balde (o sintoma) é um estorvo, mas ele está evitando um estrago maior.

A ‘Gambiarra’ Mental: O que sua ansiedade ou padrão limitante está tentando proteger?

Se você fuma, se você trava na hora de falar em público ou se vive roendo as unhas, existe uma intenção positiva por trás disso. A ansiedade como adaptação nada mais é do que sua mente tentando te manter alerta contra um perigo que ela “aprendeu” que existe, mesmo que ele não esteja lá agora. O resultado real não é “parar de ter ansiedade”, mas entender do que ela está te protegendo e mostrar para sua mente que você já consegue lidar com isso de um jeito melhor.

Identificando o ‘R’: O erro de aprendizado que gerou o conflito atual

Na TRI, buscamos o “R”. É aquele momento onde houve um erro de interpretação visceral. Algo aconteceu e você aprendeu: “sentir isso é perigoso”. A partir daí, você criou defesas. O resultado na terapia vem quando reintegramos essa parte que ficou “travada” naquele aprendizado antigo.

Emoções Neutras: O resultado não é parar de sentir, é saber usar

Muitas pessoas acham que o sucesso na terapia é virar um monge budista que nunca sente raiva. Mentira. Se você não sentisse medo, morreria atravessando a rua. Se não sentisse raiva, deixaria todo mundo pisar em você.

Por que medo, raiva e tristeza são seus maiores aliados

As emoções são apenas sinais químicos e viscerais. Elas são neutras. O sofrimento não vem da tristeza, mas da sua luta contra a tristeza. Quando você para de brigar com o que sente, a energia que você usava no conflito sobra para você viver.

O fim do conflito interno: Quando lutar contra si mesmo deixa de ser uma opção

O maior resultado que meus clientes relatam é a paz de espírito. Não uma paz passiva, mas a ausência de guerra interna. É quando a parte que quer mudar de hábito para de brigar com a parte que busca conforto, porque ambas entendem que têm o mesmo objetivo: o seu bem-estar.

Pragmatismo e Velocidade: O conceito Vapt-Vupt da TRI

Eu não sou fã de “terapia de balcão”, onde você fica anos falando do passado sem mudar nada na terça-feira seguinte. A vida acontece agora.

Por que não precisamos de anos de análise para gerar mudança hoje

A TRI é pragmática. Se o aprendizado que gera o conflito está ativo hoje, é hoje que precisamos atualizá-lo. Não precisamos revirar o lixo do passado por esporte; só vamos lá se for necessário para entender a regra que você criou e que ainda está te prendendo.

O aprendizado que gera o conflito ocorre no presente, não no passado

Embora o evento inicial tenha sido lá atrás, o desconforto acontece toda vez que você repete o padrão agora. Por isso, a mudança na TRI é rápida. Uma vez que a mente entende o erro (o “R”), ela não tem por que manter a gambiarra.

A Conexão Humana como Catalisadora de Resultados

Técnica por técnica, o Google resolve. Mas a mudança real acontece no encontro.

Além da técnica: Por que o Rapport é o coração da mudança

Aqui no meu consultório, seja no atendimento online ou na hipnoterapia em Moema, o que importa é a nossa conexão. Eu não estou acima de você. Sou um companheiro de viagem que tem um mapa e uma lanterna, mas quem caminha é você. Sem esse olho no olho, sem essa confiança de “velho amigo”, a técnica é só barulho.

O Terapeuta TRI: Um parceiro de jornada, não um mecânico técnico

Eu não vou te dar uma receita de bolo. Eu vou te ouvir, te desafiar e, às vezes, falar o que você não quer ouvir para quebrar essas crenças que te limitam. Esse é o papel do terapeuta sênior: ser o espelho que te mostra sua força, não apenas suas feridas.

Como medir seu progresso na Terapia de Reintegração Implícita

Como saber se está funcionando? Não é apenas quando o sintoma abranda (isso é consequência), mas quando você muda sua relação com ele.

A autonomia emocional como o resultado definitivo

O sucesso é quando você não precisa mais de mim. É quando você sente um desconforto e, em vez de se desesperar ou se entupir de distrações, você olha para dentro e diz: “Ah, entendi o que você está tentando me dizer”. Isso é autonomia. É parar de ser refém das próprias vísceras.

Conclusão: O que esperar quando você decide parar de se rotular e começa a se integrar

O fim do sintoma é só o bônus. O verdadeiro prêmio é a liberdade de ser quem você é, sem precisar de máscaras ou armaduras pesadas que a sua mente construiu para sobreviver. Se você quer entender como essa transformação sistêmica funciona de forma profunda, dê uma olhada no nosso Guia Completo para Transformar sua Vida com a TRI.

E aí, vamos parar de tentar “se consertar” e começar a se entender de verdade?

Quer entender qual é a raiz real desse conflito? Agende sua avaliação.

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